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Subsídios Técnicos e Mobilização Social para o Plano de Ordenamento Turístico da Ilha da Queimada Grande

 
Pesquisas para subsidiar a gestão compartilhada.
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ÁREAS MARINHAS PROTEGIDAS

Programas:
Áreas Marinhas Protegidas

Período:
setembro de 2019 a abril de 2021.

 

Localização:
Itanhaém (SP).

 

Parceiros

FapUNIFESP, Laboratório de Ecologia e Conservação Marinha da Universidade Federal de São Paulo – LABECMAR/UNIFESP

O projeto teve duração de pouco mais de 1 ano e meio e possibilitou o levantamento de dados inéditos sobre os serviços ecossistêmicos culturais providos pela Ilha da Queimada Grande, no litoral de São Paulo. No entorno desta ilha está o recife de coral mais ao sul do Oceano Atlântico, em condições marginais para ocorrência desse ecossistema. Dada essa relevância ecológica, o projeto buscou promover o debate entre os usuários do local, visando o ordenamento participativo dessa Área de Interesse Turístico. Foi possível identificar quais situações manteriam um balanço equilibrado entre a conservação do ambiente e o seu uso para turismo e recreação. As práticas recreativas na Ilha da Queimada Grande apresentaram estimativas de valores monetários significativos para arrecadação às comunidades do município de Itanhaém que tem como fonte de renda a prestação de serviços para o desenvolvimento dessas atividades.

O debate se deu, sobretudo, por meio da criação do GT (Grupo de Trabalho) de ordenamento turístico da ilha da Queimada Grande, no âmbito da Área de Proteção Ambiental Marinha Litoral Centro (APAMLC). Vale destacar que esse esforço só foi possível a partir da aprovação do plano de manejo desta unidade de conservação, na medida que o plano estabeleceu a Área de Interesse Turístico da Queimada Grande. Para saber mais, assista o documentário Madracis sobre a descoberta do recife de coral e o uso público desta ilha costeira.

 

O ordenamento de visitação da Ilha da Queimada Grande também foi tema do Diálogos na Linha D’água, em Março de 2021, que contou com a participação do professor Guilherme Pereira Filho, um dos pesquisadores que descobriu o recife de coral mais ao sul do Oceano Atlântico, na Ilha da Queimada Grande (SP)

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