top of page

Eólicas offshore:
Para quê? Para quem?

Nova Nota Técnica do Instituto Linha D’Água questiona a necessidade, os custos e os impactos da expansão da geração eólica offshore no Brasil.
chamada-capa-eolicas-offshore.png

Em um momento decisivo para a regulamentação das eólicas offshore no país, o Instituto Linha D’Água lança uma contribuição técnica independente para qualificar o debate público sobre o uso do oceano brasileiro como nova fronteira de geração elétrica.

Elaborada por Clarice Ferraz e Flávia Mendes de Almeida Collaço, a Nota Técnica analisa se a expansão da geração eólica no mar é realmente necessária para o Sistema Interligado Nacional, quais custos podem chegar à população e que impactos socioambientais e territoriais precisam ser considerados antes da abertura de áreas marítimas para novos empreendimentos.

Preencha seus dados e faça o download

Área de atuação
Download
galeria-eolica-offshore-pergunta-central-menor.png

Autoras

Conheça mais sobre as autoras da Nota Técnica.

O que você encontra no documento

A Nota Técnica apresenta uma análise crítica sobre a expansão da geração eólica offshore no Brasil, considerando cinco dimensões centrais:

  • necessidade real da fonte para o sistema elétrico brasileiro;

  • riscos de aumento de custos e impactos tarifários;

  • desafios operacionais associados à integração de fontes renováveis variáveis;

  • impactos socioambientais sobre ecossistemas, pesca artesanal e territórios tradicionais;

  • alternativas mais maduras, menos custosas e com menor complexidade territorial.

O que está em jogo

O Brasil precisa dessa energia?

Em 2024, cerca de 90% da matriz elétrica brasileira já veio de fontes renováveis. A Nota Técnica analisa se a eólica offshore tem, de fato, papel estrutural para garantir o suprimento elétrico nacional nas próximas décadas.

Quem paga a conta da expansão offshore?

A geração eólica no mar exige investimentos elevados em turbinas, cabos submarinos, portos, subestações, transmissão, manutenção em alto-mar e serviços de reserva. Esses custos podem pressionar as tarifas pagas pela população.

O mar não é espaço vazio

Para comunidades pesqueiras, quilombolas, extrativistas e costeiras, o oceano é território de trabalho, cultura, alimentação, memória e vida comunitária. A Nota Técnica aponta impactos que precisam entrar no centro do debate público.

bottom of page